| Título | LONGA VIAGEM DA BIBLIOTECA DOS REIS (A): DO TERREMOTO DE LISBOA A INDEPENDENCIA DO BRASIL |
| Ind. Responsabilidade | LILIA MORITZ SCHWARCZ COM PAULO CESAR DE AZEVEDO E ANGELA MARQUES DA COSTA. |
| Autoria(s) |
SCHWARCZ, LILIA KATRI MORITZ, 1957 (AUTOR)
COSTA, ANGELA MARQUES DA, 1948 (AUTOR)
AZEVEDO, PAULO CESAR DE, 1948-2002 (AUTOR)
|
| Edição |
2 ed. |
|
Editora
|
COMPANHIA DAS LETRAS (SAO PAULO)
|
| Data |
2017 |
| Descrição |
558P. ILUS. 24CM. |
| Idioma |
PORTUGUES |
| Notas |
5ª REIMP.. BIBLIOGRAFIA: P.[487]-520. |
| Resumo |
Primeiro de novembro de 1755, dia de Todos os Santos. A população de Lisboa se apronta para viver mais um pacato dia de feriado, sem imaginar o mal que vinha da terra. Em poucas horas, um terremoto devastador, seguido de incêndio e maremoto, destruiria a capital do Império e, junto com ela, sua célebre Real Biblioteca, fruto dos livros reunidos pelos monarcas portugueses por séculos.A narrativa de A longa viagem da biblioteca dos reis começa a partir desse episódio e percorre eventos fundamentais da história brasileira, sempre através dos livros. A antropóloga Lilia Schwarcz acompanha a reconstrução do acervo nas mãos do marquês de Pombal, os tempos incertos de d. Maria I, o angustiante momento da fuga da família real - que atravessava o Atlântico pela primeira vez - e as vicissitudes de sua nova vida nos trópicos, até chegar ao processo de independência brasileiro - quando se pagou, e muito, pela Real Biblioteca.Os livros, porém, permitem mais: são símbolos de poder e de prestígio, carregam dons e possibilitam viajar no tempo e no espaço. Ao evadir-se de Portugal, d. João não esqueceu da biblioteca - que veio em três viagens sucessivas -, assim como d. Pedro I não abriu mão das obras e do lustro que elas garantiam: nada como iniciar uma história autônoma tendo uma Biblioteca Nacional desse porte para assegurar um passado e conferir erudição a um país recém-emancipado. |
| Assuntos |
BRASIL;
LIVROS;
HISTORIA;
BIBLIOTECA NACIONAL (BRASIL);
PORTUGAL;
D. JOAO VI, 1808-1821;
FAMILIA REAL NO BRASIL;
INDEPENDENCIA, 1922;
BIBLIOTECAS NACIONAIS
|