| Resumo |
“Os filhos do Graal” é um romance histórico monumental que nos atrai para uma fascinante viagem aos confins da Europa do século XIII. Com uma boa história para contar, um invejável talento para a prosa e profundo conhecimento sobre a época, Peter Berling escreveu uma empolgante aventura que se prolonga por quase 700 páginas sem perder o vigor em momento algum. Este mergulho à Idade Média é todo inspirado no que restou dos manuscritos de William de Roebruk, franciscano da Ordem dos Frades Menores que
presenciou a capitulação do mais famoso dos castelos cátaros, Montségur, onde se encontrava o Santo Graal. Bispos, nobres, inquisidores, guerreiros, reis e cavaleiros templários são personagens desta saga, reconstituída com mestria e riqueza de detalhes.
O frade William de Roebruk é o narrador, profetizado guardião do Santo Graal, tesouro sagrado que ele mesmo não sabe ao certo o que é, mas que precisa encontrar e proteger. Seria um objeto? Seria a pedra filosofal da alquimia? Um cálice com vestígios do sangue de Cristo? Ou o Graal seriam pessoas, descendentes da dinastia divina de Davi, da qual também faz parte Jesus Cristo? Em sua dura jornada, realizada entre os anos de 1243 e 1247, William descobre a resposta enquanto zela por Roç e Yeza, duas crianças que receberam uma missão celestial de paz.
|