| Resumo |
Original, engraçado, comovente e perfeitamente equilibrado entre as coisas do céu e as da terra, o romance conta a vida de cada uma das moças referidas no título, suas felicidades e infelicidades amorosas, as armadilhas que o destino lhes propõe e como elas conseguem passar por tudo isso com graça e humor incomuns, graças ao talento privilegiado da autora.
“A casa das sete irmãs” é um romance notável. Elle Eggels combinou atmosfera holandesa e narrativa com pitadas de realismo mágico sul-americano. A obra é ao mesmo tempo sofisticada e extraordinariamente eficaz. Ao escrever a partir da perspectiva da filha de Martha — a jovem Emma —, Eggels descreve sete mulheres misteriosas e exóticas, fortes e vulneráveis, criativas e oprimidas, sensatas mas assombradas por fantasmas do passado e premonições. Ela é igualmente convincente, no entanto, quando embarca na magia de um relato pontuado por avós onipresentes, homens mortos que reaparecem como fantasmas, pressentimentos e noivas vestidas de vermelho-sangue. |